Bom ano a todos!

Bom ano a todos!

Sei que é um pouco improvável desejar feliz 2012 no início de Fevereiro, mas só agora voltei ao mundo virtual do Couves de Bruxelas.

Por isso aqui ficam os votos de um excelente ano para todos!!

A verdade é que este ano teve um começo ligeiramente atribulado, mas nada que não se resolva, e felizmente já me encontro a trabalhar novamente.

Voltei à vida activa, a uma rotina super preenchida e o tempo acaba por escassear, assim os posts começam a ter uma frequência ainda mais esporádica.

E pronto, era isto. Um beijinho a todos aqueles que ainda se dão ao trabalho de passar por cá!

 

O meu blogue deu em negócio (ou não)

O meu blogue deu em negócio (ou não)

Enquanto me delicio com um balde chocapic, pus na SIC.

Agora que me começo a habituar a este tipo de programa, o tema do “Boa Tarde” de hoje é: ” O meu blogue deu em negócio”…

Claro que começa com o exemplo d’A Pipoca mais Doce and so on, fotografia e agora bijuteria.

No meu ponto de vista, não acho mal nem bem é uma estratégia desde que as pessoas sejam felizes assim, agora vamos ao que interessa…

Se eu começar a vender couves de bruxelas gourmet alguém compra ???? Vá preciso de fazer prospecção de mercado…. HAHAHA

 

 

Dispara-Biscoitos

Dispara-Biscoitos

Sou uma sortuda em várias coisas, uma delas é poder dizer que algumas coisas que  mencionei neste post ja moram cá em casa.

A agenda da Bimby demorou poucos dias após o seu lançamento a me vir parar às mãos, é o que dá ter o melhor Home Aka marido do mundo!

Este fim-de-semana dei pulinhos com o meu novo brinquedo de cozinha! É da Tescoma, amarelo para combinar com os cortinados e a decor da cozinha (sou ou não uma total mariquinhas com estas cenas?) Hehe

Biscoitos.. me aguardem!!

Dispara-Biscoitos

Portanto a coisa funciona mais ou menos assim: faz-se a massa na Bimby, podendo ser daquilo que der na vineta: manteiga, canela, limão, laranja, amêndoa e haja imaginação; colocar a massa dentro do dispara-biscoitos, escolher a placa de formato que desejámos e depois disparar num tapete de silicone.

Dez minutitos no forno et voilá! Temos biscoitos, muitos biscoitos! Estou mais feliz só por causa disto!

Ponto da Situação #2

Ponto da Situação #2

Hoje estou em casa.

Hoje, amanhã, nos próximos dias, por tempo indefido até recomeçar a trabalhar – espero que brevemente.

Quero manter-me de cabeça erguida e mangas arregaçadas para o que vier, mas é díficil não cair na inércia ou no deprimente que é a situação actual do país.

No entanto, é nestas alturas que eu mostro a minha força maior ao exterior, esboçando na mesma um sorriso e fazendo  por acreditar que há muito pouco nesta vida que não se resolva. Independentemente do que sinto cá dentro, é esta a minha mensagem para todos os que me rodeiam.

Por isso agora faço questão de me manter activa e estabelecer novas rotinas. Assim, já tenho as prendas de natal todas compradas e devidamente embrulhadas e identificadas. E a tal ronda de arrumações, limpezas e organizações que tanto menciono vai começar a ter lugar.

Espero também que esta maior disponibilidade me permita crescer mais aqui.

Agora vou aquele item da nova rotina, que consiste em ver anúncios e enviar cv’s. A ber bamos!

Ponto da Situação (no mundo Couves)

Ponto da Situação (no mundo Couves)

Sei que tenho escrito com menos regularidade, mas eu só escrevo quando sinto vontade disso.

Para mim isto é um hobbie assim como outro qualquer, sem obrigações e também não tenho assim tantos leitores quanto isso, não procuro estrelato na blogosfera, apenas escrever aquilo que bem me apetece.

O facto é que os últimos dias foram complicados – valeu-me a viagem a Londres para descompressão.

Isto da crise bate à porta de todos, embora de maneiras diferentes. Assim a partir de Janeiro fico em casa na expectativa do meu novo rumo profissional. Não faço disto nenhum melodrama, primeiro porque uma parte de mim já estava à espera deste desfecho, segundo porque não sou de baixar os braços e alguma coisa arranjo por certo, mesmo que não seja na minha área de formação.

Penso que parar é estagnar e pondero dedicar-me a outras tantas coisas que eu poderia fazer porque todos os trabalhos são honestos, e eu posso sempre valer-me de outros tantos hobbies que tenho. Por isso Life Goes On, e o Natal está à porta. Awe!

Geralmente o pessoal apenas gosto de expor coisas boas e positivas, e de fazer um certo Q de Invejo e porque tenho isto, e porque vou fazer aquilo. E tenho 20 mil novos sapatos e agora vou comprar 20 mil novas malas. Gosto de moda, mas farto-me de pessoas ocas.

E pronto, agora é gozar a constipação que me bateu à porta hoje!!! Um bom fim-de-semana a todos e divertam-se muito com os prepativos para o Natal, porque eu de certeza que o vou fazer!

Back from London City

Back from London City

Voltámos ontem à noite da terra do frio.

Londres é uma cidade fantástica, cheia de dinâmica, plena em multiculturismo e diversidade. Adorei as casas, o estilo das ruas, deliro com a pronúncia britânica. mas também cheguei a adorar cada vez mais o nosso Portugal e a valorizar o que de melhor cá temos.

Londres é uma cidade onde o frio impera – felizmente não apanhámos chuva, mas rapámos muitooo frioooo, e eu não gosto de frio. Também é um sítio onde não se come absolutamente nada de jeito, entre KFC, Burger King, Sandes, MC’s e tantas outras coisas do mesmo género – porcaria portanto.

O meu colesterol deve estar bonito…. não sei como é que eles conseguem, mas ontem à noite deliciei-me com uma Sopa de Legumes que a minha mãe fez (comida de verdade finalmente).

O resultado foram 4 dias muito bem passados, com o meu Home e aqueles amigos que sabemos que estão sempre lá, cheios de paródia, frio, boa disposição, fast-food, caminhadas pelos parques, e mais paródias. Só vós pode dizer mais: Asshhhhhhhhhoollleeeee (lol)

Temos muitas fotos e vídeos, mas ainda nem as malas desfiz, preciso de me orientar primeiro.

Obrigada Rodrigo Guedes de Carvalho

Obrigada Rodrigo Guedes de Carvalho

Não tenho escrito, porque só escrevo quando sinto necessidade disso e insparação para isso, coisa que tem escaseado. Mas prosseguindo…

Li na revista Activa (uma das minhas revistas de eleição), uma crónica do jornalista Rodrigo Guedes de Carvalho, que só posso denominar de GRANDE!!!!! Eu certamente não diria muito melhor…

“Se olharmos com atenção, a televisão vai-se afastando para as extremidades.  Depois de uma ou duas décadas de alguns programas com piada e mediania na ficção  (estrangeira, porque a portuguesa era residual…) parece-me estarmos na idade em  que os “programas” caminham a passos largos para a imbecilidade bruta e boçal  que os anos 90 já deixavam adivinhar, enquanto as séries estrangeiras têm um  crescendo de qualidade e diversidade, a que não é alheio, naturalmente, o novo  mundo de oportunidades e necessidades que as transmissões por cabo trouxeram.  Com as produções majestáticas para cinema a escassear e a cortar orçamentos,  grandes actores, realizadores e argumentistas viraram-se para a televisão, o que  tem multiplicado as séries de qualidade, nos mais variados géneros. No lado  oposto, o chamado entretenimento apenas conseguiu o que já se receava:  continuar, e ampliar, atentados cerebrais nascidos com o original “Big Brother”.

De então para cá, a quantidade e diversidade de palermices que levam os nomes de  reality ou talk-shows fez-nos descer a patamares que poucos souberam antever. E  é nestes extremos que, no futuro próximo, a televisão mais se aproximará da sua  maior virtude e do seu maior perigo: ajudar a educar (pela qualidade de muitas  séries e muitos canais temáticos) quem a saiba aproveitar; mas também ajudar a  transformar simples medíocres em completos atrasados mentais, pelo tipo de  mensagem que veicula, pelo discurso que difunde, pela opacidade e vazio que pode  contagiar gerações. No panorama actual, nada é mais sintomático do que aquele  vómito chamado “Casa dos Segredos”. Não é o único, não é o primeiro, e não será  certamente o último, mas é o que está no ar… Sendo que , com o avançar da  tecnologia, as operadoras e distribuidoras de TV apostam há muito num canal  específico e exclusivo, que permite aos interessados (e parece que não são  poucos, Deus meu…) seguir 24 horas das “aventuras” de um grupo de gente  escolhida a dedo. E o que se passa ali, como em tantos anteriores e outros que  se seguirão? Nada. Aliás, peço desculpa… Passa-se que eles e elas passam quase  todo o tempo vestidos pela metade, e que, aqui e ali, há no ar a perspectiva de  (tchan, tchan, tchan…) sexo. Sim, podemos avançar e evoluir, que não há nada a  fazer. Pode o sexo e a sua divulgação estarem hoje ao alcance de qualquer um a  qualquer momento, basta pensar na Internet e nos vídeos de qualquer oferta do  cabo, mas a malta não se contenta com isso. E assim tudo no conceito anda de  volta do mesmo: a aparência dos candidatos escolhidos, o sorriso sempre maroto  da apresentadora e a hierarquia das “notícias” sobre os acontecimentos da casa. 

Em vários jornais sou bombardeado com a “evolução” das vidas das Cátias, Neuzas  e Solanges, mais as bocas picantes que trocaram com os Rubens, Hugos e Márcios.  Mas nada fez tanto furor, pelo que vejo, do que uma qualquer cena de sexo  (conceito variável) entre certa Cleide e certo Carlos (recortei do jornal, para  ter aqui à minha frente e não me enganar nos nomes ou sucessão de  acontecimentos…). Desta vez, o artigo em causa é uma “entrevista” com a Cleide.  Ponto um: todo o programa é assente na expectativa da javardice, mas quando ele  e ela “fazem o amor”, fala-se de cenas “polémicas”. Situação idêntica só se  veria se um casal que alugou um filme porno comente, indignado, que havia para  ali cenas de nudez… Mas o que mais me enternece é que a Cleide nos pede que  continuemos a respeitar a sua credibilidade e reputação: acresce que a menina é  advogada. Elucida-nos ela que voltará à sua actividade, mas não para já… Por  enquanto, vai aproveitar os trabalhos que possam surgir (que surpresa),  principalmente as “presenças em discotecas”, essa nobre profissão do novo  milénio. Querida Cleide, queria descansá-la, na minha qualidade de compatriota  compreensivo e com idade para ser seu progenitor: não fiquei minimamente chocado  com o facto de a menina ter cedido à humana tentação de fazer o amor vigiada  pelo País inteiro. A sua reputação está segura comigo. Já me causa algum  arrepio, confesso, um dia vir a precisar de uma advogada que fez uma pausa na  carreira para ir sorrir e ser vista em qualquer discoteca.  Feitios.   

 

By Rodrigo Guedes de Carvalho. Obrigada, muito obrigada!!!!!

 

A semana

A semana

A próxima semana é a semana.

Esta passou tão lentamente, misturada de ansiedade e nervosismo, porque não gosto de esperar, porque detesto indefinição.

Tanto a nível profissional como pessoal, posso chorar ou posso respirar de alívio, posso sentir frustação ou uma alegria enorme. Parece que digo tudo, mas ao mesmo tempo, não digo nada.

Porque gosto de rotinas, gosto do estável e gosto de me sentir bem. E gosto de sentir que estou a crescer.

Mas neste momento não sei nada, quer do trabalho quer do meu projecto pessoal, por isso vou fazer aquilo que não me agrada mas a que sou obrigada, esperar.

Dream a little dream of me

Dream a little dream of me

Sinto que começo a tornar-me um pouco repetitiva ora com as músicas da Aurea, ou da Mónica Ferraz, mas a verdade é que cada novo single me agrada mais.

Desta vez um cover da Aurea, “Dream a little dream of me”, que espectáculo, enaltece o meu espiríto natalício e faz-me ficar tãoo tranquila. Claro que a TMN aproveitou a coisa…

Que grande pinta pá!!!

E a tarde que não passa …

E a tarde que não passa …

É o que me chateia mais, é esta porra de tarde parecer interminável. Parece que voltei do almoço há eternidades, e ainda nem 17h são!!! Será que o meu relógio parou ? Olho à minha volta e parece que está tudo a jogar ao “Congela”, lembram-se disto?

Alguém gritava “CONNGELAAA”, e ficavámos todos quietos, pasmados sem nos podermos mexer até nos tocarem e dizerem como que por palavras mágicas “podem descongelar”. Agora que me recordo disto acho um bocado ridículo, mas eram as nossas brincadeiras, estúpidas ou não ficam na memória.

Estou a ver se escrevo para ver se engano o tempo mas nada, continuo na mesma. Oh que cena… (lembrem-se de escrever que andava com a mania do “cena”, pois ainda não passou).

Isto tudo porque.. estou mortinha por chegar a casa!!!!

Apontamentos

Apontamentos

Coisas que me passam pela cabeça no momento:

  • Está um frio do caraças na rua… e dentro do escritório também,
  • Não gosto de trabalhar de casaco vestido (mas tem de ser… devido ao frio),
  • Comi arroz de pato ao almoço, gosto,
  • Fiquei com azia do almoço (do arroz de pato portanto…),
  • A minha Internet está lenta como tudo,
  • Queria que o tempo passasse mais depressa,
  • Detesto esperar,
  • Gostava de poder ir para casa e por-me a cozinhar,
  • E acabar de mobilar / decorar a casa,
  • Não trouxe guarda-chuva,
  • Continuo com azia e com frio,
  • Tenho de cortar o cabelo,
  • Quero mesmo que o tempo passe.

 

20 de Novembro

20 de Novembro

Há várias datas que nos marcam ao longo da vida.

A primeira é a data do nosso aniversário, do começo do namoro, do dia do casamento, de outros acontecimentos especiais e durante a vida somos preenchidos por essas datas que, de alguma forma, simbolizam um dia que foi importante e nos fazem recordar.

Para mim o 20 de Novembro também é um marco, e diz-me tanto como o dia de casamento. Porque parte da nossa história aconteceu nesse dia.

Foi nesse dia, há dois anos atrás, que anunciámos publicamente que tinhamos decidido começar a morar juntos, e que se diga, para espanto de nínguem. Os meus pais foram de um apoio incondicional e ajudaram-me a “voar”, sem o consentimento deles jamais sairia de casa. E assim me mudei para a tua vida. Recordo-me do passo que foi levar a roupa e começar a colocar as minhas blusas ao  lado das tuas… e aqueles momentos de partilha que não dizem muito, mas valem tanto “Então queres ficar com que gavetas?” E aos poucos, fomos tornando a tua casa até à data despida, no agora nosso lar completo.

Lembro-me também, de passado um ano nós sentarmos para jantar na sala, e eu preocupada.. jantar entrecosto na sala dá aso a muita sujeira! E jantámos porque queriamos comemorar um ano de morada comum, de muita felicidade mútua, de um companheirismo e uma intimidade que ultrapassam quase tudo nesta vida. E foi nesse mesmo jantar, que te levantaste e foste à cozinha buscar qualquer coisa…. E regressaste com uma caixa de rafaellos (os meus bombons preferidos), e te puseste de joelhos e me perguntaste se queria casar contigo… dentro da caixa dos bombons estava um anel… o meu anel de noivado.

Já passou tanto tempo, e ao mesmo tempo, foi ontem e mentalmente tenho tudo nitido como se fosse hoje. Casámos o mês passado. E eu tenho a maior riqueza de sempre, tenho-te a meu lado. Porque, tal como defendes, juntos tudo é mais fácil.

É bom darmos vida a estes dias, 20 de Novembro é já este domingo.

Cena

Cena

Parece que viagei no tempo, e voltei ao básico. Volta não volta saem-me expressões que não têm de todo nada a ver comigo.

O “bué” e o “fixe” esse colou, mas colou comigo e com a generalidade da população independentemente da faixa etária, no big deal. Agora o que me custa é voltar a dizer por tudo e por nada “cá cena!!” ou então o famoso… “granda cena!!!”

Falo com o meu Home, ele comenta-me qualquer coisa e eu respondo automaticamente…. “granda cena pá”!!! O meu lado calão reprimido está-se agora a revelar … é caso para dizer: que cena!!!!

 

Até que enfim…

Até que enfim…

Que o senhor Youtubai disponibilizou o novo videoclip dos Mesa “Cedo o meu Lugar”.

Adoro, adoro, adorooo!! Mónica Ferraz estás lá! É positivo pensar no meu Top 10 de músicas actuais, e mais de metade são produções nacionais!

Esta música não é para ti, porque eu não cedo o meu lugar, mas pode ser ouvida contigo, entre mimos e mantas.

Para descontrair…

Para descontrair…

Recebi este pequeno texto por e-mail e não resisti a partilhar… está tão bom… impossível ler e não esboçar um sorriso… e pensar… se isto aconteceu de verdade coitado… :P

Relato de um amigo…
“Hoje estava eu a tomar um café, no Bar do Alfredo, quando, desesperadamente, precisei de dar um peido.
A música estava bem alta. Então calculei soltar o gasoso em sincronia com o ritmo.Assim o pensei, assim o fiz.
Lá se foram os gases da fermentação da feijoada, molho de repolho e ovos cozidos, sendo libertados ao ritmo da música.
Fiquei orgulhoso pelo peidão fragmentado, ritmado, em sincronismo perfeito com a música…
Comecei a sentir-me melhor e mais aliviado…
Terminei meu café tranquilamente… só então notei que toda a gente estava a olhar para mim.
Então lembrei-me que estava a ouvir música do meu iPod…
Nunca mais tomo café ali.”

Hahahahaha

Deixei o meu Coração em África

Deixei o meu Coração em África

Adoro ler, não é novidade, é daquelas coisas minhas.

Desde a trilogia Millennium que tenho estado meio parada, tenho lido essencialmente revistas e livros de culinária.

A culpa disto é da própria trilogia em si, que eu considerei tão espectacularmente boa e viciante.. temi que ao voltar a ler as próximas histórias me poderiam parecer fracas.

Mas pronto, depois de algum descanso bibliotecário, ontem à noite voltei à carga. Porque simplesmente a minha cabeça pede. É a magia de abrir um livro e ficar tão contente.

Assim, dirigi-me ao nosso escritório e pus-me a olhar… este captou-me à atenção, já o comprei há algum tempo e tem estado em fila de espera.

So far so good, também ainda vou no início.

Uma pequena curiosidade: O Autor – Manuel Arouca, foi o autor do argumento da novela da TVI “Jardins Proibidos”.  E isto será bom ou mau ??