Monthly Archives: Novembro 2010

Ponto da Situação 1

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Estou regelada até aos ossinhos!! Ficámos sem ar condicionado novamente no escritório (mesmo fixe para estes dias… ), e adicionalmente devo ter pisado uma poça qualquer de manhã… tenho os pés molhados desde então. Observação 1: ir compras botas!!

Tenho uma data de items sobre os quais quero escrever, em vez de criar 20 posts novos, acho que vou condensar tudo neste, temos pena, mas vai sair um bocado testamental e pertencer a várias categorias diferentes. É o que me apetece.

Começo por falar do Tobias, o meu pequeno hamster roborosvski, foi para o céu. Reparei na sexta-feira, quando cheguei a casa e ia repor o comedouro…. chorei, chorei e voltei a chorar. Fizemos um mini-funeral no quintal, para o meu primeiro ratinho. Tobias vais deixar saudades… a mim e ao Little Thomas.

Entretanto e porque estou a falar de uma assunto meio funerário, hoje faleceu um grande actor, Leslie Nielson, com 84 anos. Muito me ri eu à custa deste senhor do cinema. Sempre o conheci de cabelo branco e sempre lhe achei piada. Quando era mais pequena adorava o Mister Magoo. Uma grande perca para o mundo cinematográfico, que continue a fazer os outros sorrir lá em cima. 😦

Mudando radicalmente de assunto, já tenho finalmente a minha máquina de fazer waffles. É linda, super fácil de utilizar e faz uns waffles excelentes. Há algum tempo que andava à procura, mas nem wortens nem rádio popular… não encontrava. Tal não é o meu espanto quando no sábado… a fazer compras no Lidl, encontrei esta pequena maravilha a 25€:

E o mais bestial ainda, é que posso fazer a massa na bimboca, super fácil e rápido e depois é só colocar na nova maquineta. E em 2 minutos voilá… waffles quentinhas, prontas para serem barradas ora mel e canela, ora bola de gelado de baunilha, é conforme o que mais apetecer.

Para além deste pequeno fantastíco electrodoméstico, os meus papys do coração, ofereceram-me a minha primeira prenda de enforcamento… uma batedeira electrica! Já posso fazer cupcakes…. (só resta mesmo comprar as formas… Observação 2: comprar formas de cupcakes).

E posto isto, que serviu de introdução à nova temática, aí prossigo no desabafo.

Dia 20 de Novembro, vivi um momento de grande felicidade, e chorei chorei, como tipíco meu, mas desta vez cheia de alegria e contentamento. No meio de uma caixa de Rafaelos (adoroooooo rafaelos, ou não fosse eu maniaco do coco) vinha a nova anilha, representativa do próximo passo que iremos dar, durante o próximo ano. Sempre lado a lado.

E pronto é oficial, eu e o meu home vamos casar. YUPIIIIIIIIIIIIIII 😀 😀 😀

Apesar de ser uma coisa super especial, e de querermos demonstrar a todos a nossa felicidade, este fim-de-semana já tivemos noção do trabalho que vamos ter, e já lhe intitulamos “o nosso novo 31”.

Ainda nem tenho bem noção de todas as 500 mil coisas que iremos ter que fazer, mas cá estou pronta as enfrentar. Acho que muito brevemente, quando me cair a moedinha, vou gritar de pânico (LOL).

Mas confesso, é uma coisa que quero muito e assim, vou-me esforçar para que consigamos transformar um simples dia, numa ocasião muito muito especial para nós, e para a nossa família.

Que friiooo… rrrrrrrrr

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Alguém me explica porque é que está um frio do caraças??? Ah já sei, já li do ciclone que veio da Finlância… e andamos todos gelados e encolhidos, mal se consegue andar na rua.

É verdade, eu admito, sou uma friorenta do pior. Não é defeito, é feitio, e uma tiroide que funciona mal, fazendo com que o meu termometro corporal simplesmente não aqueça. Já posso andar com uma mantinha atrás sem parecer uma tótó então??

O que me tranquiliza de todo é saber que se aproxima o fim-de-semana, e poderei disfrutar de todo o frio e apreciar o ar gélido da manhã, no conforto da caminha, entre lareira acessa e meias de lã, que só de pensar começo a ficar com calor. 😀

Paralelamente este fim-de-semana promete, ou não fosse um momento muito esperado… eu quero, eu quero!

E já convenci o meu home que preciso de compras, roupa de inverno, preciso desesperadamente. Hahaha.

Talvez devesse aproveitar os próximos dias, e tendo em conta as condições climatéricas, para arrumar os roupeiros, guardar a roupa de verão e talvez por a uso a de inverno… acho que já merece.

Portanto, programa para hoje à noite: pijama, sofá, manta + lareira acessa + caixa da Oriflame para desbravar cuidadosamente + meu home = EXCELLENT!! 😀

Falta 1 mês para o Natal… :)

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Depois do almoço, como é meu habitual às quintas-feiras, fui à papelaria. Sou fiel à revista Activa e tendo já saído a de Dezembro, toca a comprar.

Estive há pouco a desfolhar a revista e os suplentes de receitas… e fui invadida pelo espiríto natalício. E ele é guia de compras, e ele é receitas de sonhos e bolo-rei (adoro bolo-reiii!!!), e não há como não ficar maravilhada por esta época.

Eu sempre adorei o natal, e acho que este ano estou ainda pior. Já fiz a árvore de Natal, já fiz a lista de presentes, ja pus o meu Pai Natal na varanda. Já recebi inclusive uma prenda de Natal.. a mais esperada… tralalalala…

Adoro as luzes nas ruas, até parece que a sensação de frio faz sentido, porque é Natal.

E olhando bem para o calendário, falta precisamente um mês… para ser Dia de Natal. Ou seja, para juntar a minha família e ter em meu redor as pessoas que mais gosto.

Greve Geral

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Tenho passado o dia a ouvir as notícias, e só se fala na Greve Geral… Segundo as sonsagens, está é a maior greve feito pós 25 de Abril, mobilizando mais sectores e mais trabalhores.

Eu sou muito nova, nem sei muito bem que posição tomar, sei que a situação nacional é deprimente, que a desigualdade é estupidamente alarmante, e o desemprego só tem vindo a aumentar, e sim, algo tem de ser feito.

No entanto, mantenho o meu cepticismo se fazer greve é o caminho mais indicado para termos um Portugal melhor, ou pelo menos, mais justo.

Eu não fiz greve, mas fiquei em casa, por falta de recursos para ir trabalhar. Mas ainda tentei fazer qualquer coisa, prova disso… estou com o pc ao colo!

Infelizmente, acho que muitos dos portugueses aproveitam a situação, para o belo fare niente. No entanto, espero que o esforço dos sindicatos e de todos aqueles que se manifestaram deêm frutos/melhorias sociais.

É fazer figas, que o amanhã, seja um dia melhor para a nação, e para todas as condições de que viver em sociedade implica.

Borboletas no Estômago.

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Sinto borboletas no estômago, e deliro com o céu azul.

Saboreio a sensação de chorar de felicidade, e aquilo que sinto é inexplicável em palavras, apenas o demonstro com o tamanho do sorriso que esboço a cada instante. E todos os momentos passaram a ser ideais para sorrir.

Tenho dificuldade em acreditar, e revivo na minha memória cada segundo que passámos.

Hoje celebramos 1 ano de morada comum. Um ano repleto de alegria, de amor. Nem tudo foi um mar de rosas, mas mantivemo-nos sempre lado a lado.

É incrível a velocidade do tempo. E à medida que este vai passando, aquilo que sinto só vai aumentado… e ficando mais forte.

Adoro tudo em ti. No meio de tantas voltas que a minha vida deu, agora sou feliz. Estou leve e completa. E isso devo-te a ti.

Porque encaixas comigo. Porque me fascinas.

Encho-me de orgulho quando ganho consciência daquilo que já construímos.

E assim, tal como li e acredito, um mais um, é apenas um. Nós.

Ecoponto.. Ecoponto

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Não é novidade que adoro ver anúncios publicitários, e existem alguns extremamente bem conseguidos.

Este último da Sociedade Ponto Verde acho extraordinário, alerta para o responsabilidade cívica de cada um… o ambiente.

Saliento particularmente o final…. pois fica na cabeça e não há como dizer “ecoponto… ecoponto” e não começar a mexer o corpo… hehe Bulata som sistema!!

Elizabeth Gilbert – Comprometida

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 Finalmente, terminei a leitura do recente livro da Elizabeth Gilbert “Comprometida”.

A autora do best-seller “Comer, Orar, Amar”, deu continuação ao livro, e partilhou connosco o seu destino/futuro com Felipe.

A verdade é que quando me falaram do “Comer, Orar, Amar” achei a história delirante, li-o num ápice e depois corri ao cinema para ver a versão em filme (que foi a decepção que já mencionei anteriormente).

Quando soube que iria sair este ano a continuação da história entrei em êxtase, ainda por cima por ser ele todo dedicado à temática do casamento.

Acabei-o ontem à noite, depois de várias semanas na minha mesinha de  cabeceira. Será que isso indícia algo??

Este livro não tem uma história corrente, são apenas fragmentos do tempo em que ela e seu amado têm que esperar até obter o visto para poderem permanecer juntos, e a sua pesquisa sobre a história do casamento, com o intuito de compreender melhor esta instituição.

É uma leitura pesada, cansativa e por vezes monotóna, com muitas referências históricas pelo meio. Ficou um pouco aquém das minhas expectativas, no entanto não o pode deixar de ler.

O livro tem 371 páginas e está dividido por 8 capítulos.

Apesar de tudo, não posso deixar de fazer referência a uma parte que achei simplesmente encantadora.

No capítulo 4, página 118, Elizabeth refere O Simpósio, de Platão, e neste o dramaturgo Aristófanes apresenta uma história mítica que explica a necessidade profunda que o ser humano tem de se juntar a outro.

“Era uma vez, relata Aristófanes, um tempo em que havia deuses nos céus e humanos na terra. Mas nós, humanos, não tínhamos o aspecto que temos hoje. Em vez disso, tínhamos duas cabeças, quatro pernas e quatro braços cada um – por outras palavras, éramos uma fusão de duas pessoas juntas, unidas num só ser de forma homogénea. (…) Uma vez que tínhamos o companheiro perfeito costurado no próprio tecido do nosso ser, estávamos todos felizes. Assim, todos nós, criaturas de duas cabeças, oito membros e perfeitamente satisfeitas, movíamo-nos pela Terra mais ou menos da mesma forma que os planetas viajam pelos céus – sonhadoramente, ordeiramente, suavemente.

Não nos faltava nada; não tínhamos necessidades impróprias; não desejavamos ninguém. Não havia briga nem caos. Estávamos completos.

Mas, na nossa completude, tornámo-nos excessivamente orgulhosos. No nosso orgulho, descurámos a adoração dos deuses. O poderoso Zeus castigou-nos por essa incúria, cortando ao meio todos os humanos de duas cabeças, oito membros e perfeitamente satisfeitos, criando assim um mundo de criaturas infelizes e cruelmente separadas, com uma cabeça, dois braços e duas pernas.

Nesse momento de amputação em massa, Zeus infligiu à Humanidade a mais dolorosa das condições humanas: a sensação opressiva e constante de que não estamos completos. Daí em diante, os humanos nasceriam com a sensação que lhes faltava uma parte – uma metade perdida, que amamos quase mais do que a nós próprios – e de que essa parte em falta andava por aí, algures, às voltas pelo universo,  na forma de outra pessoa. Também nascíamos a acreditar que se procurássemos com persistência suficiente, poderíamos encontrar um dia essa metade desaparecida, essa outra alma.

Através da união com o outro, voltaríamos a completar a nossa forma original, para nunca mais voltar a sentir solidão. Esta é a singular fantasia da intimidade humana: que um dia, um mais um será, de alguma forma, igual a um”.

Acho este tipo de pensamento simplesmente belo, uma visão romântica da vida, do amor. E considero que seja mesmo assim, todos procuramos a nossa metade.

Em relação ao livro, tirando algumas partes históricas (como esta) não me acrescentou grande informação sobre o casamento e não me agradou particularmente lê-lo, portanto não aconselho.

Agora venha o próximo!! 😀