Monthly Archives: Fevereiro 2011

O meu discurso!

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Acredito piamente que se repetirmos várias vezes a mesma coisa acabamos por torná-la rotina e acreditar que isso faz sentido, que isso existe. Por isso se eu escrever 300 vezes sou forte, passarei a ser forte, demonstro que sou forte, alías sou super hiper mega forte.

Portanto aqui vai: sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte,  sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte,  sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte,  sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte,  sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte,  sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte,  sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte, sou forte. Será que funcionou?

Ah claro que sim que já me sinto uma autêntica Hercúles versão gaja, tenho praticamente a blusa a romper nos braços dos músculos a rebentar…

E para aliar a este meu estado de enorme forçaaaaaaaaaaaaaaaaaa, alivia-me ainda mais executar o método que aprendi no Discurso do Rei.  Aproveito para dizer que gostei bastante do filme, ao contrário do meu Home que ia adormecendo de tédio. O Colin Firth esteve muito bemm!! (espero que ganhe o óscar!!)

Ora aqui vai para aliviar a tensão, descomprimir e conseguir falar correctamente, nada melhor que começar a dizer asneiras que nem uma desalmada a ver se pelo menos me sinto melhorzinha.

Como não sei a idade das pessoas que por aqui param, vou enumerar uma quantidade atroz de determinadas palavras obscenas para outro sítio.

Sveva Casati Modignani

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Estou em profunda falha… ainda não tenho o mais recente livro da minha escritora preferida, “O Esplendor da Vida”, da Sveva.

A ver se termino de vez o “Nunca me Esqueças”, que nem parece meu estar à tanto tempo com o mesmo livro na mesinha de cabeceira, e alguém tem a amabilidade de me prendar com este lindo:

Arca de Noé

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É mera impressão minha ou o tempo está ligeiramente inconstante?

Esta noite acordei perante um dilúvio, e ele era o som do vento, da chuva, das trovadas, uma coisa assustadora. Durante o dia a coisa tem oscilado bruscamente.

Bem que há períodos de chuva intensa e parece que vamos quinar todos afogados, e do nada pará e mete-se um céu limpo e o sol à espreita.

Confesso que o São Pedro me deixa baralhada ou será a isto que chamam de clima tropical?

Por via das dúvidas vou começar a juntar umas madeirinhas, não vá chover de tal maneira e eu ter que viver a saga da Arca de Noé.

Detesto chuva, detesto frio, nada a fazer.

Dia de São Valentim Sucks

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Apesar de ser lamechas e uma romântica inata não tenho especial admiração pelo Dia de São Valentim.

Considero que, actualmente, este dia tal como o Dia da Mãe ou o Dia do Pai foram totalmente industrializados e tornados em pretextos comerciais para se aumentarem vendas. Depois esquecem-se estes dias e puff, volta todo ao mesmo.

São levadas a cabo acções quer por restaurantes, entidades hoteleiras and so on que deviam existir todos os dias do ano.

E ele era anúncios na televisão, na rádio, nos outdoors, uhhhh o dia de São Valentim, wowowwwww, como se fosse alguma coisa de extraordinário e as demonstrações de carinho precisassem de pretexto para acontecerem.

Sou contra, não acredito em dias especiais impostos pelo calendário, afinal o Natal é quando o Homem quiser, porque é que outras celebrações também não podem ser quando quisermos?

Por isso ontem não fiz rigorosamente nada, alías comprei um pequeno presente para o 7up que lho dei no sábado. Isto porque simplesmente achei giro, e compramos coisas um ao outro com alguma regularidade.

No entanto ele dedicou-se um pouco mais à coisa, e agora para além de pindérica também já pertenço à classe das Pandoricas.

Confesso que não me fascinava nem pouco mais ou menos, mas é gira e depois de ter a pulseira é começar a ver as contas (existem 300 mil!!) e pensar naquelas que gostava de ter. Acabei por gostar e há peças muito giras!!!!

Estou fula… Arghhh!

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Desejava estar em casa, só para ter à minha disposição o saco de boxe do meu Home, tal não o tamanho da minha raiva, estou fula, stressada, extremamente enervada, revoltada com o sistema.

Que inicio de semana, que vida de um raio… é a saúde que temos. É o país em que vivemos.

Depois de resolver esta pequena grande questão volto aqui, ou mais tranquilo ou para dizer um monte de asneiras.

Conversa Macrobiotica

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Ontem, enquanto estavamos entretidos com a conversa do dia, e eu como a típica mulher, a vitimizar-se por todos pensarem que sou uma patega nos tempos modernos o meu Home como sempre, soube-me reconfortar da melhor maneira.

Eu: Não tens problemas por teres arranjado uma namorada tão pãozinho sem sal???

Home: Tu?? Então e eu sou o quê? Fiambre de soja??

Foi tão lindo… ele até é romântico (à maneira dele!!).