Amanhã …

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London Eye

Volto para a semana!

E irei justificar a minha ausência. Bom feriado e bom fim-de-semana!

 

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Obrigada Rodrigo Guedes de Carvalho

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Não tenho escrito, porque só escrevo quando sinto necessidade disso e insparação para isso, coisa que tem escaseado. Mas prosseguindo…

Li na revista Activa (uma das minhas revistas de eleição), uma crónica do jornalista Rodrigo Guedes de Carvalho, que só posso denominar de GRANDE!!!!! Eu certamente não diria muito melhor…

“Se olharmos com atenção, a televisão vai-se afastando para as extremidades.  Depois de uma ou duas décadas de alguns programas com piada e mediania na ficção  (estrangeira, porque a portuguesa era residual…) parece-me estarmos na idade em  que os “programas” caminham a passos largos para a imbecilidade bruta e boçal  que os anos 90 já deixavam adivinhar, enquanto as séries estrangeiras têm um  crescendo de qualidade e diversidade, a que não é alheio, naturalmente, o novo  mundo de oportunidades e necessidades que as transmissões por cabo trouxeram.  Com as produções majestáticas para cinema a escassear e a cortar orçamentos,  grandes actores, realizadores e argumentistas viraram-se para a televisão, o que  tem multiplicado as séries de qualidade, nos mais variados géneros. No lado  oposto, o chamado entretenimento apenas conseguiu o que já se receava:  continuar, e ampliar, atentados cerebrais nascidos com o original “Big Brother”.

De então para cá, a quantidade e diversidade de palermices que levam os nomes de  reality ou talk-shows fez-nos descer a patamares que poucos souberam antever. E  é nestes extremos que, no futuro próximo, a televisão mais se aproximará da sua  maior virtude e do seu maior perigo: ajudar a educar (pela qualidade de muitas  séries e muitos canais temáticos) quem a saiba aproveitar; mas também ajudar a  transformar simples medíocres em completos atrasados mentais, pelo tipo de  mensagem que veicula, pelo discurso que difunde, pela opacidade e vazio que pode  contagiar gerações. No panorama actual, nada é mais sintomático do que aquele  vómito chamado “Casa dos Segredos”. Não é o único, não é o primeiro, e não será  certamente o último, mas é o que está no ar… Sendo que , com o avançar da  tecnologia, as operadoras e distribuidoras de TV apostam há muito num canal  específico e exclusivo, que permite aos interessados (e parece que não são  poucos, Deus meu…) seguir 24 horas das “aventuras” de um grupo de gente  escolhida a dedo. E o que se passa ali, como em tantos anteriores e outros que  se seguirão? Nada. Aliás, peço desculpa… Passa-se que eles e elas passam quase  todo o tempo vestidos pela metade, e que, aqui e ali, há no ar a perspectiva de  (tchan, tchan, tchan…) sexo. Sim, podemos avançar e evoluir, que não há nada a  fazer. Pode o sexo e a sua divulgação estarem hoje ao alcance de qualquer um a  qualquer momento, basta pensar na Internet e nos vídeos de qualquer oferta do  cabo, mas a malta não se contenta com isso. E assim tudo no conceito anda de  volta do mesmo: a aparência dos candidatos escolhidos, o sorriso sempre maroto  da apresentadora e a hierarquia das “notícias” sobre os acontecimentos da casa. 

Em vários jornais sou bombardeado com a “evolução” das vidas das Cátias, Neuzas  e Solanges, mais as bocas picantes que trocaram com os Rubens, Hugos e Márcios.  Mas nada fez tanto furor, pelo que vejo, do que uma qualquer cena de sexo  (conceito variável) entre certa Cleide e certo Carlos (recortei do jornal, para  ter aqui à minha frente e não me enganar nos nomes ou sucessão de  acontecimentos…). Desta vez, o artigo em causa é uma “entrevista” com a Cleide.  Ponto um: todo o programa é assente na expectativa da javardice, mas quando ele  e ela “fazem o amor”, fala-se de cenas “polémicas”. Situação idêntica só se  veria se um casal que alugou um filme porno comente, indignado, que havia para  ali cenas de nudez… Mas o que mais me enternece é que a Cleide nos pede que  continuemos a respeitar a sua credibilidade e reputação: acresce que a menina é  advogada. Elucida-nos ela que voltará à sua actividade, mas não para já… Por  enquanto, vai aproveitar os trabalhos que possam surgir (que surpresa),  principalmente as “presenças em discotecas”, essa nobre profissão do novo  milénio. Querida Cleide, queria descansá-la, na minha qualidade de compatriota  compreensivo e com idade para ser seu progenitor: não fiquei minimamente chocado  com o facto de a menina ter cedido à humana tentação de fazer o amor vigiada  pelo País inteiro. A sua reputação está segura comigo. Já me causa algum  arrepio, confesso, um dia vir a precisar de uma advogada que fez uma pausa na  carreira para ir sorrir e ser vista em qualquer discoteca.  Feitios.   

 

By Rodrigo Guedes de Carvalho. Obrigada, muito obrigada!!!!!

 

A semana

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A próxima semana é a semana.

Esta passou tão lentamente, misturada de ansiedade e nervosismo, porque não gosto de esperar, porque detesto indefinição.

Tanto a nível profissional como pessoal, posso chorar ou posso respirar de alívio, posso sentir frustação ou uma alegria enorme. Parece que digo tudo, mas ao mesmo tempo, não digo nada.

Porque gosto de rotinas, gosto do estável e gosto de me sentir bem. E gosto de sentir que estou a crescer.

Mas neste momento não sei nada, quer do trabalho quer do meu projecto pessoal, por isso vou fazer aquilo que não me agrada mas a que sou obrigada, esperar.

Dream a little dream of me

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Sinto que começo a tornar-me um pouco repetitiva ora com as músicas da Aurea, ou da Mónica Ferraz, mas a verdade é que cada novo single me agrada mais.

Desta vez um cover da Aurea, “Dream a little dream of me”, que espectáculo, enaltece o meu espiríto natalício e faz-me ficar tãoo tranquila. Claro que a TMN aproveitou a coisa…

Que grande pinta pá!!!

E a tarde que não passa …

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É o que me chateia mais, é esta porra de tarde parecer interminável. Parece que voltei do almoço há eternidades, e ainda nem 17h são!!! Será que o meu relógio parou ? Olho à minha volta e parece que está tudo a jogar ao “Congela”, lembram-se disto?

Alguém gritava “CONNGELAAA”, e ficavámos todos quietos, pasmados sem nos podermos mexer até nos tocarem e dizerem como que por palavras mágicas “podem descongelar”. Agora que me recordo disto acho um bocado ridículo, mas eram as nossas brincadeiras, estúpidas ou não ficam na memória.

Estou a ver se escrevo para ver se engano o tempo mas nada, continuo na mesma. Oh que cena… (lembrem-se de escrever que andava com a mania do “cena”, pois ainda não passou).

Isto tudo porque.. estou mortinha por chegar a casa!!!!

Apontamentos

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Coisas que me passam pela cabeça no momento:

  • Está um frio do caraças na rua… e dentro do escritório também,
  • Não gosto de trabalhar de casaco vestido (mas tem de ser… devido ao frio),
  • Comi arroz de pato ao almoço, gosto,
  • Fiquei com azia do almoço (do arroz de pato portanto…),
  • A minha Internet está lenta como tudo,
  • Queria que o tempo passasse mais depressa,
  • Detesto esperar,
  • Gostava de poder ir para casa e por-me a cozinhar,
  • E acabar de mobilar / decorar a casa,
  • Não trouxe guarda-chuva,
  • Continuo com azia e com frio,
  • Tenho de cortar o cabelo,
  • Quero mesmo que o tempo passe.